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AFINAL, OS QUE ERAM DO GRUPO DA MORTE, SIMBOLICAMENTE, JÁ MORRERAM TODOS!

Afinal, as selecções que compunham o chamado “grupo da morte”, já morreram todos e vieram deitados para casa. E se a Hungria morreu de “morte natural”, já Portugal morreu de “morte santa”, pois a França e a Alemanha morreram de “morte súbita”. 

E se este Europeu 2020, adiado e disputado já em 2021, fazia adivinhar muita confusão e alguma polémica, ditada até pela própria calendarização dos jogos, distribuídos por vários países, onde claramente se beneficiaria uns em prejuízo de outros, não abonando em nada a favor da equidade e da verdade desportiva, numa trágica herança, recorde-se, ainda deixada pela presidência corrupta do francês Michel Platini, e ainda agravada pelos efeitos e constrangimentos de uma pandemia, que volta a estar em todo o mundo com valores de incidência e contágio muito altos e preocupantes. 

E se o futebol se deve cingir apenas a ser um espectáculo desportivo, ele não pode correr o risco de se vir a transformar demagogicamente num acto político. 

O desporto em geral, mas o futebol em particular, não pode ser usado como charneira de lutas ampliadas do anti-racismo ou de campanhas demagógicas na defesa dos direitos da LGBT, porque então se assim é, e permitirmos que assim venha a ser, a bola deixa de ter importância, e não sendo somente jogada por jogadores de futebol, se consentirmos que outros oportunistas o façam, ela acabará inevitavelmente por ficar quadrada pelos usos e abusos que farão dela, deixando de deslizar sobre a relva, como todos a querem ver, sem amarras nem preconceitos mesquinhos. 

Jogadores ajoelharem-se no campo ou usarem braçadeiras com as cores do arco-íris, é estar-se a banalizar o futebol e a levá-lo por caminhos perigosos que não deviam ser percorridos, porque já basta o outro para onde ele foi empurrado e que trilha já há muito tempo, como é caso da corrupção e dos interesses dos petrodólares. 

Não nos queiram distrair com outras coisas que não são para aqui chamadas. 

Neste Europeu 2020 devemos destacar o excelente jogo entre a Croácia e a Espanha, com 8 golos, e certamente que os nossos vizinhos espanhóis estejam mais orgulhosos com a prestação da sua selecção em campo do que com as políticas depravadas do seu governo que se prepara para aprovar a mudança de sexo nos jovens a partir dos 14 anos. 

Neste Europeu 2020 devemos destacar o magnífico jogo entre a Áustria e a Itália, em que ambas mereciam ter passado à fase seguinte, mas obviamente que a squadra azurra, mais experiente e madura, acabou por vencer, e é perfeitamente normal que os italianos se sintam mais exaltados com a prestação da sua selecção em campo do que com a chegada constante de migrantes ilegais à ilha de Lampedusa. 

Neste Europeu 2020 devemos destacar o inebriante jogo entre França e a Suíça, com 6 golos, já agora com dois do Seferovic, em que o campeão mundial vergou perante o pragmatismo helvético, e é mais do que justo que os suíços se sintam condignamente representados pela sua selecção em campo, mas também pela força dos referendos no seu país, que confere aos seus cidadãos o poder de decisão, em matérias tão importantes como este último que vão submeter a plebiscito, em que se pretende pôr fim à livre circulação de pessoas entre a Suíça e a União Europeia, por uma imigração mais moderada e controlada, contrária a todo este laxismo que vigora hoje um pouco por toda a Europa. 

Ao brexit político dos ingleses, sucedeu o brexit futebolístico dos alemães. 

Dinamarca, República Checa e Ucrânia estão a ser surpresas bem agradáveis. 

Não é por nada, mas o pior jogo dos oitavos-de-final, foi indubitavelmente o Bélgica-Portugal. Lá está, com Fernando Santos andamos sempre à caça dos gambozinos à luz dos pirilampos. 

 José Reis
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