Com a demissão de Luís Nazaré de presidente da mesa da Assembleia Geral do Benfica por, segundo o próprio, “insuperáveis incompatibilidades de posições com a Direcção acerca do formato e do sistema de sufrágio da próxima Assembleia Geral do clube” que, no seu entendimento e face ao actual contexto de pandemia (motivo ponderoso), “só o modelo digital asseguraria as normas sanitárias e a participação alargada dos sócios”, veio-se provar, se porventura dúvidas ainda existissem, que no actual Benfica a liberdade escasseia e a democracia suspende-se de volta e meia, quando convier e for do interesse do grande líder que, pelos vistos, não tem pejo nenhum em desafiar e afrontar o último bastião e garante da legalidade e legitimidade do clube, quer na defesa dos direitos inalienáveis dos sócios ou na rigorosa observância e fiscalização de todos os actos da sua vida interna.
LFV e a sua trupe ficam agora com caminho totalmente livre para o cometimento de mais abusos e desmandos, numa liderança…
LFV e a sua trupe ficam agora com caminho totalmente livre para o cometimento de mais abusos e desmandos, numa liderança…